Resumo:
Uma princesa perdida nas ruas de Manhattan.
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Nos livros as garotas sempre querem ser princesas, mas eu nunca vi realmente o ponto delas. A coisa sobre ser princesa é bem menos romântica do que parece, não há príncipes, nem roupas glamourosas, e as festas são simplesmente terríveis.
Mas você ainda não acredita em mim, não é? Você ainda pensa:
"O que pode haver de ruim em ser uma princesa? Por favor, há tantas crianças passando fome por ai, e você, preguiçosa e egoísta está reclamando por viver bem?"
Veja bem, não estou dizendo que sou a pessoa mais azarada do mundo, e na maior parte do tempo, estou bem com a vida do que tenho, mas eu só quero deixar meu ponto, ser princesa é bem menos glamour e bem mais trabalha.
Eu tenho aulas particulares sobre tudo o que se há para aprender, eu falo tantas línguas diferentes que as vezes não tenho certeza sobre a minha língua natal, um idioma pouco falado característico dos povos mediterrâneos. Eu sei nadar, esquiar, mergulhar, cavalgar e até mesmo pilotar um helicóptero domestico.
Mas eu nunca beijei um garoto. Eu nunca tomei banho de chuva, nunca comi em um fast-food, nunca fiquei por mais de dez minutos sem ser vigiada... Eu nunca fiz coisas que as adolescentes comuns fazem. Então eu cresci. E cada ano era mais parecido com o outro, e a única coisa que mudava eram os professores e os empregados, meu pai acreditava que não devemos nos afeiçoar pelos serviçais.
Eu se quer tenho uma amiga.
Mas tudo mudou no meu aniversário de vinte anos. Porque aos vinte anos eu deixei de ser
Princesa
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Como tudo começou
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Conto: Coffe Shop - Parte 01
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Resumo:
Um pequeno romance sobre quando as coisa dão certo quando você menos espera.
Um pequeno romance sobre quando as coisa dão certo quando você menos espera.
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Estava em um café no meio da tarde, estava chovendo, bom para mim, não tinha um guarda chuva, ou uma carona para casa. Ninguém que fosse se importar se eu iria aparecer hoje ou amanhã. As vezes a liberdade pode ser uma droga. Tinha um trabalho para fazer, e meu projeto tinha falhado. Gosto de pensar que foi culpa de outra pessoa, culpa do destino, mas então... Droga. A culpa era toda minha, quem eu queria enganar.
Estava em um café no meio da tarde, estava chovendo, bom para mim, não tinha um guarda chuva, ou uma carona para casa. Ninguém que fosse se importar se eu iria aparecer hoje ou amanhã. As vezes a liberdade pode ser uma droga. Tinha um trabalho para fazer, e meu projeto tinha falhado. Gosto de pensar que foi culpa de outra pessoa, culpa do destino, mas então... Droga. A culpa era toda minha, quem eu queria enganar.
Poderia chorar ali mesmo, mas quem ligaria.
Engoli o choro, agora era uma adulta e adultos não choram, ao menos não em lugares públicos.
Olhei para a chuva mais uma vez, bem, não é como se eu tivesse alguma chance de qualquer maneira. Respirei fundo, paguei a conta de uma cappuccino absurdamente caro para o meu orçamento e me preparei para a chuva. Fechei os olhos e dei uma passo a frente esperando a água fria atingir meu rosto impiedosamente.
Mas a chuva não veio. Me espantei esperando que milagrosamente as gotas houvessem parado de cair do céu, ao invés de ter caído, batido a cabeça e estar tendo algum tipo de alucinação. Mas felizmente nenhuma das alternativas anteriores se encaixou em minha história.
Um misterioso guarda chuva preto havia aparecido a ciam da minha cabeça. Olhei para os lado. Sim, tinha que ser isso.
_ Oh, me desculpe, eu não queria roubar seu guarda chuva nem nada, acho que você o abriu e eu entrei na frente, me desculpe, sério.
O estranho sorriu. Era bonito. Tinha aproximadamente a minha idade e estava vestido de jeans e um moletom que me pareceu bem aconchegante.
_ Você não o fez.
_ Hã?
_ Você não entrou na frente, eu o abri para você.
Abri a boca uma ou duas vezes para protestar, não tinha uma única palavra. Quando se é feia, sim, dura e cruel verdade, então... quando se é feia poucas pessoas param para te ajudar, e esse número é ainda menor quando se trata de uma pessoa bonita a ajudar.
_ Oh, bem, eu não quero, Obrigada.
Dei um pulo na chuva, era uma idiota, mas eu simplesmente era medrosa demais para qualquer coisa.
_Ei espere!
Comecei a ficar assustada.
_ Me deixe em paz, eu vou... olha, meu pai está bem ali e ele é muito bravo.
O estranho ri.
_ Espere, eu estou flertando com você, não te perseguindo.
Parei o encarando, era realmente muito bonito. Tinha olhos muito verdes e um cabelo muito preto. Tinha, sabe, esse tipo de barba fechada que me deixa babando e cheirava muito bem.
_ Do flerte a perseguição é um passo.
Ele sorriu de novo.
_ Você é bem difícil.
Suspirei.
_ Não acredito que estou tendo esse tipo de conversa com um estraho. Qual é?
Ele deu os ombros.
_ Qual é o que?
_ Qual é a pegadinha. eu sei dos meus direitos e sei que ninguém pode colocar minha imagem na TV sem a minha permissão.
Ele riu, muito, tipo assim, de verdade.
_ Você é bem engraçada.
_ Então a engraçada aqui está dando um fora.
_ Ei - ele gritou. - Me passa seu telefone.
Olhei desconfiada, ele bem poderia ser um desses aliciadores de jovens que podem vender meus órgão ou me fazer uma escreva sexual em um pais aonde eu não sei nem como se diz bom dia.
_ O que você faz da vida?
_ O que?
_ O que você faz da vida? Estuda? Trabalha?
Ele riu, era um pecado de bonito.
_ Eu estudo, estou no ultimo ano da escola.
Suspirei, era o que me faltava, não ele não era um psicopata, ele era um adolescente, um adolescente com cara de homem (isso se ele estivesse falando a verdade), mas um adolescente.
_ Bem, eu já estou na faculdade, então não, não vai rolar.
Ele me olhou confuso.
_ Porque?
_ Porque você tem...sei lá? Dezessete e eu tenho tipo assim, trinta.
Ele riu.
_ Você não tem trinta, parece se mais nova que eu.
_ Bem, tenho vinte, mas você não saberia dizer.
Comecei a sair apressada, toda essa conversa na chuva estava começando a me deixar incomodada.
_ Ei, volta aqui. O que eu tenho que fazer, eu só quero o seu número.
Olhei em seu rosto, parecia estar falando a verdade, mas talvez fosse mentira. Depois dei os ombros, já havia dado meu telefone para um ou dois bêbados, o que um adolescente poderia fazer? Me passar trote até a morte? É, acho que não.
_ Me dê o seu celular.
Ele me deu. Bobão, poderia ter saído correndo, porque na verdade, era um celular bem legal o dele.
_ Feliz? - perguntei quando terminou, ele balançou a cabeça, realmente parecia-se a um adolescente.
_ Ei, você não me disse seu nome.
Dei os ombros.
_ É Bella.
_ O meu é Edward!
Sai correndo estasiada, o que estava acontecendo?
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